Todo ser humano já foi de alguma forma hipnotizado, seja pelas idéias aceitas de outras pessoas ou por suas próprias idéias. Nas duas situações, com maior ou menor convicção, convence-se de que tais idéias são verdades irrefutáveis. O efeito é equivalente ao de pessoas que são hipnotizadas por um profissional. Para esclarecer, vamos explicar o que acontece com uma pessoa hipnotizada.
Tomamos, por exemplo, um homem saudável e normal de 70 e poucos quilos, e o convencemos de que ele não consegue levantar um lápis que se encontra sobre uma mesa. Para surpresa dos demais presentes na experiência, ele passa a julgar-se incapaz de apanhar o lápis e levantá-lo. A questão aí não está no fato de tentar ou não. Sob alguma tensão, ele faz o máximo de esforço, porém não chega a exercitar a tentativa, pois para ele, naquelas condições, seria como tentar levantar a própria mesa acrescida com um peso de mais de cem quilos. São vetores divergentes atuando num cordão, de um lado o esforço tremendo para usar os músculos e de outro a força da sugestão impedindo a tentativa por impossibilidade de física. Neste caso, temos uma força física sendo neutralizada pela força mental. Força de vontade contra a força da imaginação. Quando esses dois vetores se opõem, a imaginação sempre sai vencedora.
Muitas pessoas pensam que poderiam alterar o modo de vida apenas e somente com resoluta força de vontade. Engano. Elas seriam derrotadas pelas idéias negativas que eventualmente lhes fossem inculcadas. Ainda que fizessem o máximo esforço, a coisa não funcionaria.
Se alguém toma alguma coisa falsa ou verdadeira como verdade, age como se essa alguma coisa estivesse incluída no rol das suas verdades. Por mais falsa que essa alguma coisa seja. Desde épocas antigas, os homens tem se locomovido sob uma espécie de sono hipnótico. O estágio em que você se encontrar será diretamente proporcional ao número de verdade que, a seu próprio respeito, você puder admitir. Aí está uma das chaves que determinará o quanto alguém é capaz de mudar de vida se desejar. Como na sentença do Mestre da Galiléia: “Conhece a Verdade e a Verdade te Libertará”.
Tomamos, por exemplo, um homem saudável e normal de 70 e poucos quilos, e o convencemos de que ele não consegue levantar um lápis que se encontra sobre uma mesa. Para surpresa dos demais presentes na experiência, ele passa a julgar-se incapaz de apanhar o lápis e levantá-lo. A questão aí não está no fato de tentar ou não. Sob alguma tensão, ele faz o máximo de esforço, porém não chega a exercitar a tentativa, pois para ele, naquelas condições, seria como tentar levantar a própria mesa acrescida com um peso de mais de cem quilos. São vetores divergentes atuando num cordão, de um lado o esforço tremendo para usar os músculos e de outro a força da sugestão impedindo a tentativa por impossibilidade de física. Neste caso, temos uma força física sendo neutralizada pela força mental. Força de vontade contra a força da imaginação. Quando esses dois vetores se opõem, a imaginação sempre sai vencedora.
Muitas pessoas pensam que poderiam alterar o modo de vida apenas e somente com resoluta força de vontade. Engano. Elas seriam derrotadas pelas idéias negativas que eventualmente lhes fossem inculcadas. Ainda que fizessem o máximo esforço, a coisa não funcionaria.
Se alguém toma alguma coisa falsa ou verdadeira como verdade, age como se essa alguma coisa estivesse incluída no rol das suas verdades. Por mais falsa que essa alguma coisa seja. Desde épocas antigas, os homens tem se locomovido sob uma espécie de sono hipnótico. O estágio em que você se encontrar será diretamente proporcional ao número de verdade que, a seu próprio respeito, você puder admitir. Aí está uma das chaves que determinará o quanto alguém é capaz de mudar de vida se desejar. Como na sentença do Mestre da Galiléia: “Conhece a Verdade e a Verdade te Libertará”.
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