quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

HÁ ALGUMA RAZÃO

“Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas… Que já têm a forma do nosso corpo… E esquecer os nossos caminhos que nos levam sempre aos mesmos lugares… É o tempo da travessia… E se não ousarmos fazê-la… Teremos ficado para sempre… À margem de nós mesmos…Fernando Pessoa

Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver. Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos - o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.

Foi despedido do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?

Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu….

Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seus amigos, seus filhos, seus irmãos, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.

Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco. O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.

As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora…

Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem.

Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração… e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar. Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.

Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.

Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.

Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do “momento ideal”.

Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará! Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa – nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.

Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante encerrar ciclos.

Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira.

Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é. Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu próprio, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és…

E lembra-te: “Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão”.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

SE

Se és capaz de manter tua calma, quando,
todo mundo ao redor já a perdeu e te culpa.
De crer em ti quando estão todos duvidando,
e para esses no entanto achar uma desculpa.

Se és capaz de esperar sem te desesperares,
ou, enganado, não mentir ao mentiroso,
Ou, sendo odiado, sempre ao ódio te esquivares,
e não parecer bom demais, nem pretensioso.

Se és capaz de pensar - sem que a isso só te atires,
de sonhar - sem fazer dos sonhos teus senhores.
Se, encontrando a Desgraça e o Triunfo, conseguires,
tratar da mesma forma a esses dois impostores.

Se és capaz de sofrer a dor de ver mudadas,
em armadilhas as verdades que disseste
E as coisas, por que deste a vida estraçalhadas,
e refazê-las com o bem pouco que te reste.

Se és capaz de arriscar numa única parada,
tudo quanto ganhaste em toda a tua vida.
E perder e, ao perder, sem nunca dizer nada,
resignado, tornar ao ponto de partida.

De forçar coração, nervos, músculos, tudo,
a dar seja o que for que neles ainda existe.
E a persistir assim quando, exausto, contudo,
resta a vontade em ti, que ainda te ordena: Persiste!

Se és capaz de, entre a plebe, não te corromperes,
e, entre Reis, não perder a naturalidade.
E de amigos, quer bons, quer maus, te defenderes,
se a todos podes ser de alguma utilidade.

Se és capaz de dar, segundo por segundo,
ao minuto fatal todo valor e brilho.
Tua é a Terra com tudo o que existe no mundo,
e - o que ainda é muito mais - és um Homem, meu filho!


KIPLING. Joseph Rudyard
30/12/1865 — 18/01/1936

sábado, 31 de dezembro de 2011

SUCESSO

Ser bem-sucedido é a ambição de todos os seres humanos. Lutamos por valor e relevância. Queremos que a nossa vida faça alguma diferença. Temos a própria ideia do que significa ser relevante, e nos esforçamos para alcançar nossos objetivos. Também, queremos ter filhos, cônjuges e amigos de sucesso. Mas, o que é sucesso?

No mundo moderno interligado e globalizado a mídia repete todos os dias que sucesso é comprar uma roupa nova, um apartamento em um condomínio chique, um carrão em suaves prestações, até com o dinheiro que não temos. Os publicitários descobriram e usam para vender produtos e serviços a verdade que ‘de tanto repetir, até uma mentira passa ser aceita como verdade.

Vivemos numa sociedade materialista onde somos induzidos a acreditar que sucesso é consumir. Em que o ‘ser’, foi colocado no final da fila das virtudes. Esta inversão de valores tem gerado um grande vazio de alma, que anseia por ser preenchido, levando milhões a afundar-se no consumismo, no stress, no álcool, nas drogas, nos jogos e na prostituição.

Quem você considera ser ou ter sido um sucesso: Hitler, Madonna, Michael Jackson, Mahatma Gandhi, Madre Tereza de Calcutá, Jesus Cristo? Somos uma benção ou uma maldição para a sociedade em que vivemos dependendo dos modelos que admiramos e seguimos.

Há quem defina sucesso como ‘alcançar o que você quer’ e felicidade como ‘querer o que você conseguiu’. Tal definição seria perfeita se não deixasse de fora os conceitos de certo e de errado, de legal e de ilegal, de moral e de imoral e o reflexo para o indivíduo e para sociedade a médio e a longo prazo.

A palavra sucesso deriva do latim sucessus. É o resultado de qualquer atividade ou negócio. Quando um resultado é bom ou feliz, denominamos de êxito; ou, quando mau ou desastroso, torna-se conhecido como fracasso.

Entretanto o que se entende por sucesso ou êxito varia de indivíduo para indivíduo. Riquezas, glória, honra, tranquilidade e beleza são algumas das metas visadas. Ao alcançá-las, porém, o homem descobre que só os valores perenes tornam uma vida digna de ser vivida. Um dos mais graves defeitos de formação é a busca de sucesso fácil ou a qualquer preço como ideal de vida, e não de um valor sólido, ainda que obscuro.

Por Soeli de Oliveira

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

SE MELHORAR VIRA FESTA

"Luis é o tipo de cara que você gostaria de conhecer".
"Ele estava sempre de bom humor e sempre tinha algo de positivo para dizer".
Se alguém lhe perguntasse como ele estava, a resposta seria logo:

"Ah.. Se melhorar, VIRA FESTA”.

Ele era um gerente especial em um restaurante, pois seus garçons o seguiam
de restaurante em restaurante apenas pelas suas atitudes.
Ele era um motivador nato.
Se um colaborador estava tendo um dia ruim, Luis estava sempre dizendo
como ver o lado positivo da situação.

Fiquei tão curioso com seu estilo de vida que um dia lhe perguntei:
"Você não pode ser uma pessoa positiva todo o tempo".
"Como faz isso" ?

Ele me respondeu: "A cada manhã, ao acordar, digo para mim mesmo":
"Luis, você tem duas escolhas hoje:
Pode ficar de bom humor ou de mau humor.

Eu escolho ficar de bom humor".
Cada vez que algo ruim acontece, posso escolher bancar a vítima
ou aprender alguma coisa com o ocorrido.
Eu escolho aprender algo.

Toda vez que alguém reclamar, posso escolher aceitar a reclamação
ou mostrar o lado positivo da vida.
Certo, mas não é fácil - argumentei.
É fácil sim, disse-me Luis.

A vida é feita de escolhas.
Quando você examina a fundo, toda situação sempre oferece escolha.
Você escolhe como reagir às situações.

Você escolhe como as pessoas afetarão o seu humor.
É sua a escolha de como viver sua vida.
Eu pensei sobre o que o Luis disse e sempre lembrava
dele quando fazia uma escolha.

Anos mais tarde, soube que Luis um dia cometera um erro,
deixando a porta de serviço aberta pela manhã.
Foi rendido por assaltantes.
Dominado, e enquanto tentava abrir o cofre, sua mão tremendo
pelo nervosismo, desfez a combinação do segredo.

Os ladrões entraram em pânico e atiraram nele.
Por sorte foi encontrado a tempo de ser socorrido e
levado para um hospital..
Depois de 18 horas de cirurgia e semanas de tratamento intensivo,
teve alta ainda com fragmentos de balas alojadas em seu corpo.

Encontrei Luis mais ou menos por acaso.
Quando lhe perguntei como estava, respondeu:
"Se melhorar, VIRA FESTA”.

Contou-me o que havia acontecido perguntando:
"Quer ver minhas cicatrizes"?

Recusei ver seus ferimentos, mas perguntei-lhe o que havia passado
em sua mente na ocasião do assalto.
A primeira coisa que pensei foi que deveria ter trancado
a porta de trás, respondeu.

Então, deitado no chão, ensangüentado, lembrei que tinha duas escolhas:
"Poderia viver ou morrer".
"Escolhi viver"!

Você não estava com medo? Perguntei.
"Os para-médicos foram ótimos".
" Eles me diziam que tudo ia dar certo e que ia ficar bom".

"Mas quando entrei na sala de emergência e vi a expressão
dos médicos e enfermeiras, fiquei apavorado".
Em seus lábios eu lia: "Esse aí já era".
Decidi então que tinha que fazer algo.

O que fez ? Perguntei.
Bem.. Havia uma enfermeira que fazia muitas perguntas.
Perguntou-me se eu era alérgico a alguma coisa.

Eu respondi: "sim".
Todos pararam para ouvir a minha resposta.
Tomei fôlego e gritei; "Sou alérgico a balas"!

Entre risadas lhes disse:
"Eu estou escolhendo viver, operem-me como um ser vivo,
não como um morto".
Luis sobreviveu graças à persistência dos médicos. . .
mas sua atitude é que os fez agir dessa maneira.

E com isso, aprendi que todos os dias, não importa
como eles sejam, temos sempre a opção de viver plenamente.
Afinal de contas, "ATITUDE É TUDO".

Autor desconhecido.

terça-feira, 8 de março de 2011

MULHER

Homens, . . . mortais que somos
Nos curvamos diante à beleza da deusa
vinda do Olimpo
Mulher, bela e encantada

Rosto em que se vê uma linda boca pequena
Olhos que iluminam minha paixão
Cabelos que adornam a sua cabeça
Dentes belos, que fazem inveja a um jovem lobo

Mulher . . . atraente, morena ou loira pele de pêssego,
tão suave quanto veludo!
Corpo esculpido por Michelle Angelo
e desenhado por Vênus
Rosa fresca como a aurora, amável e deliciosa!

Mulher . . . dengosa e graciosa
Mulher . . . bela, tímida e maliciosa

Me apaixono . . .
Faço versos, canções e poesias
Suaves melodias
Te encanto com alegria

Mulher . . . suave cheia de ternura
Que tem beleza e brandura
Sou poeta e te observo
E confiro a ti meus poemas e versos

Mulher . . . Mulher . . . Mulher

Por.: Eugues Moura

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

AUTOCONFIANÇA X AUTODESCONFIANÇA

A baixa autoconfiança é pior a autodesconfiança. Pode até parece estranho, mas é verdade. Há muitas pessoas que duvidam da sua própria capacidade. Porém, há outras pessoas que não duvida de seu potencial, na verdade, tem certeza de que não consegue, não presta, não está capacitado, ou seja, se autodesconfia.

Algumas dizem que ter fé é crer e que confiar é agir na crença, ou seja, ter fé é acreditar que se você cair alguém lhe socorrerá. Por outro lado, confiar é simplesmente se jogar, ou seja, quem autoconfia não apenas crê, mas age sobre o que crê: faz, realiza e concretiza, se vale para tal da percepção que tem de si e do valor que se dá. As pessoas com autoconfiança - confiam em seu potencial e em suas capacidades.

Talvez pergunte: Por que essas pessoas confiam tanto em si mesmas? Sabe por quê? – Porque elas desenvolveram uma crença em si mesma e essa crença em si mesma é o autoconhecimento. Conhecer-se é fundamental para acreditar em você!

A hesitação e o agir com medo são produtos da baixa autoconfiança. Mas pior é o que desconfia dele mesmo, pois, simplesmente, não age. Dá as costas para as oportunidades, esquiva-se, recua e se esconde. Nem se permite a chance do erro. Entenda: desconfiança é a falta de confiança, ou seja, “falta de crença nas qualidades de outrem ou de si mesmo”.

É imaginar a possibilidade de um deslize, uma traição, uma demonstração de incompetência, de falta de crédito ou de fé e, por isso, não agir. Quem desconfia de si mesmo crê que algo falhará, não será benfeito ou não é forte o suficiente para cumprir a sua função. É um desesperançado, inseguro e frágil. A pessoa que tem uma baixa autoconfiança acredita minimamente nela. Já a que se autodesconfia se anula por completo.

Mas autoconfiança tem a ver com o conhecimento que temos de nós. O conhecimento gera segurança e confiança. Sabe quando você vai seguro e confiante prestar um exame, realizar uma venda, conduzir uma reunião ou fazer uma apresentação pública? Não tem outra explicação: essa confiança é gerada a partir da certeza de que você é capaz de obter bom êxito no que se propõe a fazer. Por sua vez, essa certeza é fruto da experiência de já ter feito antes, de já ter praticado ou exercitado o suficiente.

Sabe, eu particularmente sou contra a ideia de que, quando você acredita que pode, consegue. Não basta só acreditar, você tem de confiar com base em suas experiências. Entregue uma tarefa a um incapaz motivado e você terá alguém extremamente entusiasmado em fazer o que não sabe como fazer. Você já pode imaginar o resultado. Agora, tenha cuidado para não achar que é auto-suficiente. Isso gera arrogância e prepotência. Um passo largo para a queda.

O autoconfiante conhece suas virtudes, mas também deve ter consciência de suas falhas e deficiências. Por isso, confia nos limites superiores e inferiores de sua capacidade e os respeita. A ideia não é sustentar que não confiemos em nós. O objetivo é alertar que somos falíveis, que não somos soberanos e, por isso, estamos sujeitos a falhas.

Mas como fazer com que alguém que não se estima passe a confiar mais em si mesmo?

O primeiro passo para construir a autoconfiança é descobrir quem você é. Mas é muito difícil nos enxergarmos em nossa totalidade. Assim, é quase certo que você precisará da ajuda externa de colegas, amigos, familiares ou mesmo de ajuda profissional para conseguir construir uma imagem correta de sua pessoa.

A partir daí, da consciência de quem você é, do que é e não é capaz de fazer e realizar, começa a construção de uma nova e maior capacidade, a partir da reciclagem, da leitura e dos exercícios práticos. Autoconfiança se consegue fazendo, errando, tentando de novo e corrigindo até acertar. Por isso, mova-se, prepare-se, teste-se, prove-se, examine-se e pare, pelo amor de Deus, de se autodesconfiar. Você tem valor. Só precisa descobrir isso. Pode confiar, funciona.

Colaboração: Paulo Angelim

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

LEI DO TRIUNFO

I — Um objetivo principal definido: ensinará a maneira de economizar os esforços desperdiçados pela maioria das pessoas que vivem eternamente procurando encontrar a sua verdadeira ocupação na vida. Essa lição mostrará como se podem abandonar para sempre as coisas vagas e fixar-se em qualquer objetivo definido e justo.

II — A confiança em si mesmo: ajudará a dominar os seis temores básicos que constituem um tormento para a vida de todas as pessoas: o medo da pobreza, o medo da doença, o medo da velhice, o medo da crítica, o medo de perder o amor de alguém e o medo da morte.

III — O hábito de economizar: ensinará a maneira de distribuir sistematicamente os rendimentos, a fim de que seja possível acumular uma percentagem, formando-se assim uma das maiores fontes de poder individual que se conhece.

IV — Iniciativa e liderança: mostrarão de que maneira é possível tornar-se um líder, em vez de um adepto, em qualquer campo de atividade.

V — A imaginação: estimulará o cérebro de tal forma, que ele conceberá novas idéias para a realização do objetivo principal.

VI — O entusiasmo: tornará possível infundir em todos aqueles com quem entramos em contacto um grande interesse por nós e por nossas idéias.

VII — Autocontrole: é a balança com a qual controlamos o nosso entusiasmo, dirigindo-o para onde desejarmos.

VIII — O hábito de produzir mais trabalho do que o que é pago: é uma das mais importantes lições do curso da “Lei do Triunfo”.

IX — Uma personalidade agradável: é o fulcro no qual devemos apoiar os nossos esforços, e, feito isso, de maneira inteligente, encontrar-se-á facilidade para remover montanhas.

X — Pensar com segurança: é uma das pedras fundamentais de todo triunfo duradouro, Essa lição ensinará a distinguir as “fatos” da mera “informação”.

XI — A concentração: ensinará como focalizar a nossa atenção sobre um dado assunto até que tenhamos traçado planos práticos para dominar a questão.

XII — A cooperação: mostrará o valor do trabalho em conjunto, em tudo o que fizermos.

XIII — Tirar proveito dos fracassos: ensinará como fazer degraus decisivos dos erros e fracassos, passados e futuros.

XIV — A tolerância: ensinará como evitar os desastrosos efeitos dos preconceitos religiosos e raciais que significam derrota para milhões de pessoas que se deixam prender nas malhas do argumentos absurdos sobre tais assuntos, que envenenam seus próprios espíritos e fecham a porta à razão e à investigação.

XV — Praticando a regra de ouro: ensinará a fazer uso dessa grande lei universal de conduta humana, de tal maneira que se poderá, facilmente, conseguir a cooperação de qualquer pessoa ou grupo de pessoas. A falta de compreensão da lei sobre a qual repousa a filosofia da regra de ouro é uma das principais causas do fracasso de milhões de pessoas que permanecem na miséria, ou na pobreza, durante toda a vida. Essa lição, entretanto, nada tem a ver com religião, sob qualquer forma, ou com sectarismo, como, aliás, qualquer outra das lições do curso sobre a “Lei do Triunfo”.

O propósito dessas Quinze Leis é desenvolver-—ou ajudar a organizar — todo o conhecimento que o leitor possui e tudo o que adquirir para o futuro, de modo a permitir que tudo isso se transforme em força, em poder.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

15 DE DEZEMBRO DE 2010

Essa é a minha data, e sempre escolho essa data como inicio do ano novo. Portanto, o ano começou. As promessas foram feitas, no entanto pouco importa. Aliás, pouco importa o período do ano em que estamos se no começo ou no final, sempre é tempo de tentarmos melhorar.

E como sempre falo em autoestima e autoconfiança, recebi um verdadeiro presente de grego, não sei se é correto dizer presente de grego ou algo semelhante, porém sei que recebi.

Sabe, dizem que errar é humano, mas a permanência no erro é falta de inteligência. Não é a primeira vez que recebo esse tipo de presente já deveria ter me acostumado. No entanto mais uma vez fui traído pelo excesso de confiança ou de credibilidade. Estava escrito que não daria certo.

Quero apenas usar esses exemplos para que eu ou mesmo você não seja traído por você mesmo.

Veja bem, com relação as coisas que já estão acontecendo conforme nossa vontade, é importante que possamos permanecer atentos para que elas continuem “na linha”.

Quanto aquelas, tomara que não existam, que não estão indo conforme planejamos, que possamos ter força não apenas para propor mudanças mas principalmente para efetivá-las.

Sim, pois esperar sentado por mudanças não leva ninguém para lugar nenhum.

Devemos realmente ser agentes de mudança. Mas as vezes estamos tão envolvido que esquecemos que somos esses agentes de mudanças.

Mas, Graças ao Grande Arquiteto do Universo colocou pessoas como Menelau e/ou Odisseu para nos despertar dessa zona de conforto.

Pois, apenas desta forma cada um de nós pode fazer diferença, não apenas em na vida, mas principalmente junto a todos aqueles que nos cercam.

Mudar. Fazer diferente. Mas será que realmente há motivos para isso?

Tenha em mente, no campo pessoal estamos sozinhos, do ponto de vista amoroso idem. Agora, será que possamos fazer algo para mudar isso?

Aliás, será que nos interessa fazer isso? Ou estamos satisfeitos desta maneira?

Eu aprendi e estou aprendendo: Não cabe a ninguém definir, tão pouco direcionar as nossas vontades se estamos felizes... assim que possamos ficar assim, caso não estejamos, que façamos algo.

No campo profissional, se não estamos fazendo aquilo que desejamos, o que faremos para mudar isso?

Esperar que alguém faça? Nossos chefes farão isso por nós? A pessoa amada fará por você? Ponha na sua cabeça: que qualquer seja a coisa a ser, ou não, feita, nosso destino está em nossas mãos.

Desta forma, Mãos a Obra…. Esqueça!!! Ela te matou antes do dia 15 de Dezembro.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

O QUE É MOTIVAÇÃO?

Afinal o que é motivação? É ser feliz, é enxergar o mundo com outros olhos, é conquistar resultados, é superar obstáculos, é ser persistente, é acreditar nos seus sonhos, é o que?
Motivação segundo o dicionário é o ato de motivar; exposição de motivos ou causas; conjunto de fatores psicológicos, conscientes ou não, de ordem fisiológica, intelectual ou afetiva, que determinam um certo tipo de conduta em alguém. Sendo assim Motivação está intimamente ligado aos Motivos que segundo o dicionário é fato que levar uma pessoa a algum estado ou atividade. Diante destas definições podemos supor que motivação é muito mais do que imaginamos inicialmente ou seja é tudo isso e nada disso, talvez seja na realidade a origem de tudo isso. Vou tentar explicar.
Motivação vem de motivos que estão ligados simplesmente ao que você quer da vida, e seus motivos são pessoais, intransferíveis e estão dentro da sua cabeça (e do coração também), logo seus motivos são abstratos e só têm significado pra você, por isso motivação é algo tão pessoal, porque vêm de dentro. O grande problema é definir os motivos verdadeiros, o que você quer, para assim dar realmente significado a sua luta diária, e não mais somente viver das migalhas dos motivos dos outros. Pare agora. Pense! Medite! Ore! Repita tudo de novo até descobrir a essência de seu(s) motivo(s), aquele que você abdicaria a tudo para atingir, daria sua vida toda por ele. Se você chegou a descobrir dentre os mais de 50 mil pensamentos gerados diariamente pelos neurônios o seu motivo verdadeiro então agora dedique a sua vida para conquista-lo e você conseguira ser feliz, enxergar o mundo com outros olhos, conquistar resultados, superar obstáculos, ser persistente, acreditar nos seus sonhos e muito mais.


Colaboração: Menegatti

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

ENCONTRA A CHAVE

Quando éramos crianças em crescimento, descobrimos que podíamos satisfazer nossas necessidades manipulando os adultos. Fomos tão bem-sucedidos em moldar e manipular o mundo que passamos a acreditar que a modificação do nosso ambiente seria o modo de resolver todos os nossos problemas. Bem, o tempo passou e crescemos. E ficamos satisfeitos quando ainda conseguimos manipular as pessoas ou quando buscamos a nossa satisfação no mundo exterior. Porém, a paz interior continua esquiva, como antes.
Com esse comentário veio à mente a fábula de Nasrudhin, o “sábio tolo”, que perdeu sua chave em algum lugar da sua casa. Mas foi procurá-la na rua “porque” diz ele, “aqui fora está mais claro”. Nós também procuramos a chave da realização no mundo exterior, porque esse é o mundo que melhor conhecemos. Sabemos com agir, sabemos como ajudar as pessoas, alimentando os famintos, saciando a sede dos sedentos. Mas, não sabemos como nos ajudar. Conhecemos muito pouco de nós mesmos. Não permitimos nos conhecer. Parece haver menos luz dentro de nós mesmo.
Alias, somos encorajados desde tenra idade a acreditar que o bem-estar exterior e a fonte das realizações. Aprendemos com os exemplos dos mais velhos que é importante controlar as coisas, e que as posses materiais oferecem segurança, e que fazer ou dizer algo é o modo certo de ganhar o amor dos outros.
Esse é o nosso vicio mais perigoso, nosso vicio às coisas. O vicio ao materialismo. Quando você sai do plano competitivo para o plano criativo, você pode sondar suas negociações mais estritamente.
“Não tente projetar sua força de vontade, seus pensamentos, ou sua mente para o espaço exterior para ‘agir’ sobre coisas ou em pessoas. Mantenha sua mente em sim mesmo. Ela pode realizar mais lá do que em qualquer outra parte”. (Ciência Para Ficar Rico. Wallace D. Watlles. 1910). Não seja um sábio tolo. Procure dentro de si a verdadeira chave.


Por Eugues Moura

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

REFLEXÕES PARA 2010

Enfim, o ano está acabando ! E como sempre todos nós buscando renovação e força para as batalhas que estão por vir. Por isto, embora este seja um blog sobre carreira, quero hoje falar de algo um pouquinho mais abrangente: Vida! E para isto escolhi um texto antigo meu, porém inédito neste blog, e que acredito, talvez possa contribuir para alguma reflexão relevante em nossas vidas. Àqueles que leram e comentaram meus textos durante o ano, ( e também àqueles que não comentaram!), MUITO OBRIGADO, e fica aqui minha humilde contribuição para novas etapas; uma contribuição que nada mais é que um convite a um;
Feliz comportamento novo!

Na faculdade de psicologia eu sempre ficava encafifado com a chamada Análise Experimental do Comportamento, uma prática científica embasada no “Behaviorismo”, e que tem entre seus pressupostos a afirmativa de que podemos entender as pessoas através de seu comportamento.

O motivo de meu “encafifamento”, é que tal abordagem sempre valorizou muito pouco o que se chama de subjetividade, preferindo se ater ao que pode ser positivamente verificável, observável e mensurável.

Mas já ficaram para trás minhas angústias de estudante de psicologia e devo dizer que, sem desprezar a subjetividade das pessoas, tenho cada vez mais a tendência de considerar que “comportamento” é realmente uma grande variável a ser usada para verificar evoluções (ou não) na vida de um ser humano.

Fim de ano é sempre a mesma coisa: emoção, revisão, coração… Muita tendência de mudança, abertura ao novo e, para alguns, planejamento para dias melhores, mais saudáveis, mais organizados e acima de tudo, mais felizes.

Acontece que, geralmente, somos muito “subjetivos” e pouco “comportamentais” nas resoluções tomadas. As palavras são bonitas, os sentimentos arrebatam, a poesia das letras se torna mais perceptível, o coração se enche de boas intenções e… O comportamento permanece o mesmo.

É o caso do homem que faz um belo discurso na ceia de natal, mas não tem paciência com a esposa e filhos; é o estudante que se enche de “vontade de mudar” e continua dormindo até o meio dia e resistindo às leituras; é a pessoa que compra e lê um livro sobre “como ser mais gentil” e continua sendo grossa com todos. (inclusive com o vendedor do livro).

De boas intenções o mundo (para não dizer outro lugar) está cheio. Mudar é muito menos reflexão – e muito mais ação – do que pensamos. De que adiantam belas palavras e lindos cartões se você sequer consegue ficar sem gritar com aqueles que te aborrecem.

Toda a onda de sentimentos que nos invade nos finais de ano é sim, muito benéfica, e serve para reforçar cada vez mais a evolução moral, emocional e espiritual do ser humano.

Acontece que toda esta evolução apenas se efetiva na prática a partir de algo definido por esta palavra: comportamento.

Por isso minha contribuiição – porque não sou pretensioso ao ponto de dar conselhos – àqueles que querem mudar, crescer, evoluir ou melhorar seja lá o que for, é:

Observe suas ações, as mais corriqueiras, as mais cotidianas, as menos (menos?) importantes, enfim, aquelas que tomamos em relação às pessoas à nossa volta e que às vezes estão tão automatizadas e enraizadas, que nos esquecemos de incluí-las em nossos planos de mudança; pelo menos de maneira prática.

Sonhar é bom, crescer é maravilhoso, aprender refresca a alma e mudar é algo magnífico na vida qualquer ser humano; portanto mude, mas não mude só na base, só no íntimo, ou no mais fundo de seu ser.

Mude também no “raso” de sua alma, no brilho dos seus olhos, no calor de seus abraços e na ponta de sua língua; pois as pessoas não vêem e não sentem o que está lá dentro, mas somente aquilo que você mostra a elas.

Um grande abraço, boas festas, muita saúde e claro: Feliz comportamento novo para todos nós em 2010!
Por Bruno Soalheiro

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

A CONQUISTA DO SUCESSO

Sucesso... O que é sucesso?
O sucesso é algo que não se ganha, ele é conquistado quando a sinceridade, humildade e perseverança mora dentro de nós.
No dicionário, temos como significado conclusão, resultado bom, acontecimento de grande êxito ou artista de grande popularidade. Mas sucesso é muito mais que isso.
Normalmente vemos a palavra sucesso ser muito associada à fama. Então apenas os famosos têm sucesso? O sucesso também não é uma herança genética. Essa história de "filho de peixe, peixinho é" não é regra.

A interpretação de sucesso vai muito além de simples palavras e histórias.

Ninguém ganha sucesso. Ele é conquistado. E essa conquista é fruto de uma busca constante. A busca pelo sucesso deve vir de dentro da pessoa.

A conquista do sucesso é conseqüência de atos bem feitos. Pode ser em várias áreas, como pessoal e profissional, que são áreas onde a busca pelo sucesso é maior.

Ao se decidir buscar o sucesso, a primeira etapa já está ganha, pois isso já faz seus atos serem mais corretos e melhores.

Como tudo o que acontece atualmente, vemos pessoas conquistando o sucesso de forma ilícita. No entanto, esse sucesso é passageiro.

A pessoa que conquista o sucesso de forma natural, não faz sacrifícios. E quanto mais natural a busca, mais longo será seu sucesso.

Para iniciar essa busca, primeiramente é preciso definir seus princípios e objetivos. Então, se você quiser conquistar o sucesso, busque-o primeiro dentro de você, para depois mostrá-lo ao mundo!

Regiane Moura

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

ESTRATÉGIAS MENTAIS

(O que você deve fazer de dentro para fora)

1. Pense sempre, de forma positiva.
Toda vez que um pensamento negativo vier à sua cabeça, troque-o por outro!
Para isso, é preciso muita disciplina mental.
Você não adquire isso do dia para a noite; assim como um “atleta”, treine muito.

2. Não tenha medo de nada e ninguém.
O medo é uma das maiores causas de nossas perturbações interiores.
Tenha fé em você mesmo. Sentir medo é acreditar que os outros são poderosos.
Não dê poder ao próximo.

3. Não se queixe.
Quando você reclama, tal qual um ímã, você atrai para si toda a carga negativa de suas próprias palavras.
A maioria das coisas que acabam dando errado, começa a se materializar quando nos lamentamos.

4. Risque a palavra “culpa” do seu dicionário.
Não se permita esta sensação, pois quando nos punimos, abrimos nossa retaguarda para espíritos opressores e agressores, que vibram com nossa melancolia.
Ignore-os.

5. Não deixe que interferências externas tumultuem o seu cotidiano.
Livre-se de fofocas, comentários maldosos e gente deprimida. Isto é contagioso.
Seja prestativo com quem presta.
Sintonize-se com gente positiva e alto astral.

6. Não se aborreça com facilidade e nem dê importância às pequenas coisas.
Quando nos irritamos, envenenamos nosso corpo e nossa mente.
Procure conviver com serenidade e quando tiver vontade de explodir, conte até dez.

7. Viva o presente.
O ansioso vive no futuro.
O rancoroso, vive no passado.
Aproveite o aqui e agora.
Nada se repete, tudo passa.
Faça o seu dia valer a pena.
Não perca tempo com melindres e preocupações, pois só trazem doenças.

Colaboração: Renata - Pedagoga

domingo, 1 de novembro de 2009

ADMINISTRE SUA ARROGÂNCIA

Trabalhei em algumas empresas e cada empresa tem sua filosofia de trabalho. E minha função era passar para os treinandos a filosofia da empresa. Queira ou não temos os nossos hábitos e aonde vamos carregamos esses vícios e por mais liberais ou flexíveis que somos queremos implantar os nossos métodos ou ainda fazer com que as pessoas se adaptam a nós.
São essas as atitudes comuns que muitos de nós possuímos e não percebemos. Essa atitude, costumo chamar de insuficiência técnica o que é certamente um problema comportamental, ou seja eles se acham o ultimo biscoito do pacote ou ainda o salvador da pátria.
Sabe esse tipo de comportamento e reflexo do ambiente em que essa pessoa vive ou ainda - do ambiente de onde ela veio. A humildade e a arrogância são coisas que aprendemos e ambas na medida certa são tidas como boas. Mas, tudo que é demais sobra, então é melhor ter cautela. O arrogante precisa urgentemente aprender a administrar sua arrogância. Isso seguramente afeta as pessoas a sua volta.
Já por outro lado há alguns profissionais se sentem confusos e inseguros ao falarem de suas próprias habilidades, e sempre questionando-se se devem falar para todos que é bom em determinados trabalhos ou deve esperar ser descoberto. Esta questão é mesmo delicada e deve-se ter muito cuidado, pois, as pessoas ficam o tempo todo observando nosso comportamento e depois rotulando-nos de acordo com suas interpretações.
Vale lembra que a postura arrogante bem com a de retraído ofende a qualquer pessoa. Por isso importante ter equilíbrio e bom senso. Talvez pergunte como ter equilíbrio e bom senso? Na língua portuguesa existe uma palavra que pode resumir o que quero dizer “empatia”. Empatia é a capacidade se colocar no lugar da outra pessoa. Como diz um antigo provérbio. “o que não passa na sua garganta, certamente não passará na minha.”
Portanto, seja no trabalho ou na vida pessoal tenha empatia, se coloque no lugar do outro. E o mais importante, não perca sua essência. Seja fiel a ela, mas, o respeito ao próximo é um principio de ouro. E foi ensinado pelo mestre dos mestres. Sucesso!


Por Eugues Moura.

sábado, 31 de outubro de 2009

ESTRATÉGIAS MENTAIS II

O que você deve fazer de fora para dentro

1. A água purifica. Sempre que puder vá a praia, rio ou cachoeira. Em casa, enquanto toma banho, embaixo do chuveiro, de olhos fechados, imagine seu cansaço físico e mental e que toda a carga negativa está indo embora por água abaixo.
2. Ande descalço quando puder, na terra de preferência. Em casa, massageie seus pés com um creme depois de um longo dia de trabalho. Os escalde em água morna. Acrescente um pouco de sal para se descarregar.
3. Mantenha contato com a natureza; tenha em casa um vaso de plantas pelo menos. Cuide dele com carinho. O amor que dedicamos às plantas e animais acalma o ser humano e funciona como relaxante natural.
4. Ouça músicas que o façam cantar e dançar. Seja qual for o seu estilo preferido, a vibração de uma canção tem o poder de nos fazer sentir vivos, aflorando a nossa emoção e abrindo o nosso canal com alegria.

Não deixe que a saudade sufoque que a rotina acomode que o medo impeça de tentar.

Liberte-se!!! Sempre que puder livre-se da rotina e pegue a estrada, nem que seja por um único dia.

Conheça novos lugares e novas pessoas.
Viva a Vida!!!!!

“Embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.”


Não conheço o autor. Mas certamente é uma bela mensagem.
Abraços.

ESTRATÉGIAS MENTAIS

O que você deve fazer de dentro para fora
1.Pense sempre, de forma positiva. Toda vez que um pensamento negativo vier à sua cabeça, troque-o por outro! Para isso, é preciso muita disciplina mental. Você não adquire isso do dia para a noite; assim como um “atleta”, treine muito.
2.Não tenha medo de nada e ninguém.
O medo é uma das maiores causas de nossas perturbações interiores.
Tenha fé em você mesmo. Sentir medo é acreditar que os outros são poderosos. Não dê poder ao próximo.
3. Não se queixe. Quando você reclama, tal qual um ímã, você atrai para si toda a carga negativa de suas próprias palavras. A maioria das coisas que acabam dando errado, começa a se materializar quando nos lamentamos.
4. Risque a palavra “culpa” do seu dicionário. Não se permita esta sensação, pois quando nos punimos, abrimos nossa retaguarda para espíritos opressores e agressores, que vibram com nossa melancolia. Ignore-os.
5. Não deixe que interferências externas tumultuem o seu cotidiano. Livre-se de fofocas, comentários maldosos e gente deprimida. Isto é contagioso. Seja prestativo com quem presta. Sintonize com gente positiva e alto astral.
6. Não se aborreça com facilidade e nem dê importância às pequenas coisas. Quando nos irritamos, envenenamos nosso corpo e nossa mente.
Procure conviver com serenidade e quando tiver vontade de explodir, conte até dez.
7. Viva o presente. O ansioso vive no futuro. O rancoroso, vive no passado. Aproveite o aqui e agora. Nada se repete, tudo passa. Faça o seu dia valer a pena. Não perca tempo com melindres e preocupações, pois só trazem doenças.


Achei interessante o artigo e resolvi postar.
Não conheço o autor.
Abraços

RECOMEÇAR É UMA ARTE

Uma música com mais de 50 anos, chamada “Volta por Cima” de Paulo Vanzolini, e ainda hoje é cantada com empolgação pelo público. Você também deve se lembrar: “Levanta sacode a poeira e da a volta por cima.”

Se observarmos todos nós temos a capacidade de se renovar dia a dia. Mas para que haja essa renovação é importante que tenhamos a capacidade de compreender o nosso potencial. Sem duvidas ouvimos a expressão “Yes We Can”. Essa frase foi falada “N” vezes pelo então candidato à presidência dos EUA Barak Obama. Obama tinha confiança na capacidade do povo americano de se renovar, de se reerguer e de reconstruir o seu pais.
Mas se olharmos para nós como nação, somos tidos como um povo otimista. Impressionante é a capacidade que temos de superar, levantar e continuar. E ainda como nação passamos mais de 20 anos sobe o regime de ditadura e nem mesmo assim perdemos o nosso entusiasmo e o desejo de liberdade.
Agora, dê uma pausa:
Olhe para você. . .
Qual está sendo sua atitude diante da vida e das diversas situações que surgem de maneira inesperadas? Como tem conduzido seus negócios? Perde o entusiasmo logo na primeira adversidade? Bem, muitos questionamentos poderiam ser feitos nesse sentido.

Sabe meu amigo, o insucesso é uma parte relativamente comum diante de qualquer profissional. Sempre falo nas minhas palestras: quem disser que nunca teve um insucesso, de duas uma: nunca vez nada na vida ou está mentindo.
Só somos fracassados quando desistimos ou não aprendemos nada. Mas, havendo um pequeno aprendizado, certamente não houve fracasso, mas sim um insucesso.
Pode-se dizer que isso é uma questão de neurociência cognitiva, ou seja, as ‘áreas cerebrais ativadas por cada palavra são completamente diferentes, limitadoras ou estimuladoras dependendo assim do padrão da sua linguagem’.

Portanto, meu amigo faça da sua vida não um campo de batalha, mais um campo fértil de renovação e desfrute a cada dia de todos os benefícios dessa capacidade que o Grande Arquiteto colocou em sua vida. A habilidade de renovar pode ser aprendida e desenvolvida. Só depende de você!

Por Eugues Moura

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

UM HOMEM QUE NÃO SABE PELO QUE ESTÁ DISPOSTO A MORRER, NÃO ESTÁ PREPARADO PARA VIVER”

Um pensamento que caberia naturalmente na boca de um militar a frente de sua tropa em plena batalha. De fato foi quase isso que aconteceu.

O general era Martin Luter King, sua tropa eram dezenas de milhares que pessoas que o acompanhavam e seguiam, a batalha a luta pelos direitos civis nos Estados Unidos da América. Recentemente durante uma aula numa pós-graduação um aluno me perguntou por que evidenciar algo tão radical.

Estamos aqui falando de algo que tenho observado infelizmente quase todos os dias na sociedade atual. O somatório de escândalos nas mais diversas áreas governamentais e corporativas levanta grande dúvidas sobre a credibilidade das pessoas que estão em cargos de liderança, pois eu jamais usaria a palavra “líder” para definir pessoas cujo único objetivo é o poder pelo prazer e benefícios do poder. Às vezes sinto-me sem argumentos para falar a um grupo de jovens na graduação e pós-graduação, que tem como referencia de liderança, reality Shows, articulações políticas e empresariais que visam apenas preservar cargos, funções ou negócios duvidosos. A palavra líder não pode de forma alguma ser aplicada para tais figuras pois um dos pressupostos básicos da liderança relaciona-se a estar disposto a servir, contribuir e estimular pessoas a se superarem elevando assim o seu padrão comportamental.

Vivemos numa era com todas as facilidades da comunicação. Diariamente um turbilhão de informação invade nossa vida, com verdades temporárias e mentiras bombásticas. Pergunto-me que tipo de geração estamos construindo. A falta de lideranças que inspirem valores respeitáveis e éticos é evidente, pois ao invés de assumir a responsabilidade dos fatos e iniciar uma apuração seria do que realmente aconteceu, observamos a inversão conceitual, numa jogada quase publicitária transferindo a responsabilidade para a imprensa. Noticiar os fatos transformou-se em alardear o inexistente.

Ficção e realidade se confundem num jogo perigoso e cruel, tendo na sociedade um peão descartável que pode ser sacrificado a qualquer momento em prol de uma boa jogada.

Treino lideranças na área publica e privada, em universidades e corporações, há muitos anos e vejo todos os dias com preocupação a carência do setor.

Muitos dos líderes que inspiraram tantas pessoas no passado recente, não sobreviveram em sua maioria a lente minuciosa que observava suas ações.

Temos a obrigação moral e ética de continuar a cobrar, questionar, lutar, e também a acreditar em pessoas, idéias e projetos sérios e até mesmo naqueles aparentemente utópicos. “ A Utopia não será atingida, mas buscá-la aprimora o mundo em que vivemos”. Com esse pensamento convido a todos a praticar o que chamo de liderança comportamental – a autoliderança.

Assumir a responsabilidade pela parte que cabe a cada um de nós, senhores de nossas crenças, convicções e sentimentos. Que a responsabilidade, coragem e a ética possam ser alguns dos valores dominantes e fundamentais na criação de nossos novos líderes.

Autorizado
Por Jô Furlan
Palestrante, Escritor e Especialista em Auto-Desenvolvimento
Conferencista internacional
Especialista em Comportamento Humano, liderança e motivação
Autor do Programa de Desenvolvimento de Liderança Comportamental-(PDLC)
Professor Convidado do Curso de Especialização em Medicina
Comportamental da Universidade Federal de São Paulo
(Escola Paulista de Medicina)
Email de contato: assessoria@drjofurlan.com.br

LIBERDADE UM BEM PRECIOSO

Os antigos gregos tinham uma preocupação intensa quando o assunto era liberdade.
E nos nossos dias há ainda a mesma preocupação com a liberdade.
Mas que liberdade é essa? É a liberdade religiosa com seus dogmas e preceitos? A liberdade financeira como titulo de "responsabilidade social"?
Sabe minha gente, liberdade é mais do que apenas um princípio. É uma questão de escolha. Envolvem todos os sentidos, bem como a razão, a emoção, o raciocínio, valores éticos e morais. E os parâmetros que norteiam a nossa vida.
A liberdade é algo pragmático – sim – pode ser vista e sentido, muito embora alguns a tenha como abstrata. Porém, para aqueles que têm a liberdade como algo concreto, não deve limitar-se a conceitos antigos.
Precisamos criar e desenvolver a capacidade de observar a liberdade com senso crítico e, também a reflexão sobre o nosso sistema de crenças. Por outro lado se nos limitássemos simplesmente a aceitar os nossos sentimentos sem a reflexão adequada. Seguramente seremos incapazes de decidir quais inclinações adotar. E certamente a capacidade de conviver com os outros seria um grande empecilho, o que tiraria nossa liberdade, bem como da outra pessoa.
A liberdade é uma maneira contraria a ausência de servidão, que qualifica a independência do ser humano. A liberdade conscientiza o homem livre a observar normas e responsabilidades as quais seguir.
A liberdade é um bem tão precioso que antes de ser um direito do ser humano, passa a ser também um dever para este.
Ser livre significa ver o mundo numa óptica diferente. Não devemos aceitar a vida como ela é, precisamos aprender a criar situações, precisamos constantemente reinventar, sair do lugar comum.
Mudar o foco é um dos princípios da liberdade.
O autoconhecimento é a base sólida para a liberdade. A educação é a chave que abre o caminho para que obtenhamos o senso critico e a razoabilidade.
Que cada um de nós busque o verdadeiro ideal de vida. Tenha coragem – mude! Seja o criador do seu destino. O Michelangelo da sua vida. Viva o hoje, olhe para o passando e crie agora o seu futuro. Pois o sucesso é propriedade daquele que tem coragem de ser livre, de ousar, de mudar, de remodelar e viver como se cada minuto fosse o ultimo.


Por Eugues Moura

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

COMO SER FELIZ?

Você é a pessoa responsável pela sua maneira de sentir. Você sente aquilo que pensa e pode aprender a pensar de modo diferente sobre qualquer coisa – se resolver fazer-la. Pergunte a si mesmo se compensa sentir-se infeliz, deprimido ou magoado; depois, passe a examinar meticulosamente o tipo de pensamento que leva você a experimentar esses sentimentos.
Sabe, não é fácil adquirir novas maneiras de pensar. Estamos acostumados a um determinado conjunto de pensamentos aos debilitantes sentimentos que a eles seguem. É necessário muito esforço para desaprender todos esses hábitos de raciocínios que as assimilamos durante a vida. Ser feliz é fácil, mas aprender não ser infeliz pode ser difícil.
A felicidade constitui uma condição natural do ser humano, a prova disso está nas crianças: basta observá-las. Difícil e desaprender todos os condicionantes que digerimos no passado. Assumir o comando de si mesmo é processo que tem inicio com a conscientização. Devemos no surpreender quando estivermos dizendo coisas como: “Ele me magoou”. É um alerta para o que estivermos fazendo naquele momento. Uma nova maneira de pensar requer a conscientização da antiga maneira de pensar. Acostumamo-nos a padrões mentais que se situam fora de nós mesmos e que são as causas de nossos sentimentos; dedicamos milhares horas ao processo de reforçar esse tipo de raciocínio e agora teremos de equilibrar a balança, com milhares de horas dedicadas à nova forma de pensar, ao raciocínio que assume responsabilidade por nossos próprios sentimentos. É difícil, tremendamente difícil - mas, e daí? Isso não é razão para não fazê-lo.
Usamos - o exemplo a época em que estamos aprendendo a dirigir um automóvel. Vemo-nos diante do que nos parece um problema insuperável, três pedais, apenas dois pés para fazer funcionar. No principio fazendo parte do aprendizado:- arrancadas, solavancos, trancos e trancos. Um milhão de mensagens mentais, raciocínios constantes, usar a cabeça. Que é que eu faço? Conscientização e de repente, após milhares de tentativas, erros, mais esforços, chega o dia em que entramos no carro e saímos guiando. Sem solavancos e sem pensar. Dirigir um carro transformou-se numa segunda natureza e como foi que conseguimos isso? Com grande dificuldade, muito raciocínio alerta, presença de espírito, lembrando-nos, esforçando-nos.
Sabemos controlar a mente quando se trata de realizar tarefas mecânicas, como por exemplo, ensinar as mãos e os pés a se coordenarem para dirigir um veículo. No campo de ação emocional, o processo e menos conhecido, mas idêntico. Vamos raciocinar: aprendemos os hábitos que temos hoje reforçando-os pela vida toda; ficamos infelizes, irritados, magoados e frustrados automaticamente, porque aprendemos a pensar dessa maneira há muito tempo. Aceitamos nosso próprio comportamento e jamais tentamos desafiá-los, mas é possível aprender e não ser infeliz, irritado, magoado ou frustrado, tal como aprendemos.
Assumir o controle de si mesmo envolve mais que simplesmente experimentar novos pensamentos – requer a determinação para ser feliz e independente, e desafiar e destruir todos e cada um dos pensamentos que são a causa de uma paralisante infelicidade.


Por Eugues Moura

domingo, 9 de agosto de 2009

CONTROLAR OS SENTIMENTOS

Se controlamos nossos pensamentos e se os sentimentos vem dos pensamentos, então podemos controlar nossos sentimentos. E o modo de fazer isso - é atuar sobre os nossos pensamentos que os antecedem. Ou seja, você acredita que as coisas ou pessoas é que o tornam infeliz, mas isso não é verdade – é você que se faz infeliz, por causa dos pensamentos que tem a respeito das pessoas ou coisas que fazem parte de sua vida. Tornar-se livre e saudável inclui a necessidade de aprender a pensar de modo diferente. Quando conseguimos mudar nossos pensamentos, começaremos a experimentar novos sentimentos – e teremos dado o primeiro passo ao caminho da verdadeira liberdade e de uma vida mais plena.
Vamos raciocinar de um ponto de vista pessoal. Uma pessoa que dedica a maior parte do tempo a se torturar com o fato, por exemplo, de que o seu chefe não a considere inteligente. Ela se sentirá infeliz porque seu chefe tem um opinião negativa sobre ela. Mas se não soubesse dessa opinião, será que mesmo assim se sentiria infeliz? Claro que não. Como poderia sofrer por causa de algo que ignorasse?
Sabe minha gente, o que faz infeliz não é o que as pessoas pensam ou deixam de pensar: é o que nós mesmos pensamos. Além do mais, a pessoa se torna infeliz, convencendo-se de que a opinião de outra pessoa é mais importante do que a sua própria. E esse mesmo raciocínio se aplica a todo acontecimento, coisa ou opinião pessoal.
Portanto, é necessário muito esforço para desaprender todos esses hábitos de raciocínio que assimilamos durante a vida. Ser feliz é fácil, mas aprender a não ser infeliz pode ser difícil.
Por quê? Por que a felicidade constitui uma condição natural do ser humano.

(próximo artigo: O direito de ser feliz).


Por Eugues Moura

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

SENTIMENTOS E PENSAMENTOS

Você tem o poder de pensar qualquer coisa a qual permitir entrada em sua mente. Se algo simplesmente “surge” em sua mente (você escolheu ter esse pensamento, embora talvez não saiba por quê), mesmo assim você tem o poder de expulsá-lo e, portanto capaz de controlar sua vida mental. Alguém pode lhe dizer: “Imagine um casa cor-de-rosa” – você pode transformar em uma casa azul ou simplesmente pensar em outra coisa, se preferir. Só você controla o que entra na sua mente sob forma de pensamento. Seus pensamentos lhe pertencem, são somente seus e você tem o direito de guardá-los, modificá-los, partilhá-los ou meditar sobre eles. Ninguém pode penetrar em sua mente e conhecer seus pensamentos tal como você os vivência. Você realmente controla seus pensamentos e seu cérebro lhe pertence, para que o use da maneira que escolher.
Não há, pois, condição de contestar a premissa menor, basta examiná-la com bom senso. “Meus sentimentos se originam de meus pensamentos”. Ninguém pode ter nenhum sentimento(emoção) sem antes ter experimentado um pensamento. Sem o cérebro perderemos por completo a capacidade de sentir. O sentimento é a reação física a um pensamento; se choramos, enrubescemos, aceleramos o ritmo dos batimentos cardíacos ou temos uma reação emocional qualquer.
Lembre-se: cada sentimento que experimentamos foi precedido por um pensamento e sem cérebro não podemos ter sentimentos. Se controlamos nossos pensamentos e se os sentimentos vem dos pensamentos, então podemos controlar nossos sentimentos.
E como podemos controlar nossos sentimentos? (próximo artigo)


Por Eugues Moura

terça-feira, 14 de julho de 2009

VALOR E PODER PESSOAL

Sem dúvidas conhecemos a frase “querer é poder”, passam épocas, os modismos, as tendências chegam e vão embora, mas o “querer é poder”, ainda é a grande alavanca que ergue as pessoas determinadas.
Podemos afirmar que “querer é poder” é uma das molas propulsoras da humanidade. O homem está em constante busca do poder. Seja da influência, seja o poder do amor, poder da cura, poder pessoal, do dinheiro, o poder da sedução, poder da amizade, etc.
Na postagem passada, cometei a respeito de valores. Interessante observar que os valores pessoais - jamais devem ser distintos em relação ao poder pessoal ambos caminham juntos, sem sombra de dúvidas podemos afirmar que: poder e valores pessoais são maneiras de construir uma auto-imagem.
O poder é a força interior que move o indivíduo a realizar tudo aquilo que pretende fazer, ou seja, a força em si mesmo. O valor pessoal tem por base o seu poder pessoal. E é seguida por uma auto-imagem. A auto-imagen é a sua marca como indivíduo, é a maneira pela qual será lembrada seja ela postiva ou não.
É importante ter em mente que nos dias atuais há uma necessidade de manter uma auto-imagem positiva e proativa, podemos observar que a grande maioria das pessoas de sucesso são aquelas quem mantêm uma imagem pessoal positiva. E em contrapartida conseguem atingir seus objetivos.
Mas, alguém pode perguntar: Como fazer para desenvolver uma imagem pessoal forte? Como fortalecer o meu poder pessoal? O poder pessoal está intimamente ligado à capacidade de se automotivar, ou seja, é necessário que se procure meio ou criem metodos que motive mais e mais a vida. Estabeleça metas e objetivos a curto e em médio prazo. Faça uma lista. Relacione desde pessoas e objetos até coisas intangíveis. Com esta relação de motivos em mãos, os passos a seguir são: traçar metas reais e estimulantes, que o façam sentir cada vez mais forte na realização de cada uma delas. Evite criar expectativas desnecessárias ou permitir que a ansiedade ofusque seus objetivos.
Comece por atividades de médio desafio e depois passe para os desafios mais concretos e possíveis de realizar. E vá de maneira gradativa aumentando esses desafios. E com esse comportamento há um aumento da motivação. Uma vez motivado as conquistas e o sucesso vão se tornando evidentes na vida dos indivíduos. Certamente, vão surgir decepções e contratempos, mas seguramente não haverá dificuldades para lidar com a situação.
Portanto, busque poder nas experiências e nas metas já traçadas. Aprenda a cada dia fortalecer seu caráter, seus valores pessoais, sua auto-imagem e sua visão de mundo. Sendo sempre flexivel e disciplinado. Saia da rotina, saia da condição de vitimar e seja o autor da sua história. Lembre-se: “somos o que repetidamente fazemos”.

Por Eugues Moura

terça-feira, 7 de julho de 2009

VALORES - PADRÕES DE COMPORTAMENTO

Sempre ouvimos falar em valores. Mas o que são valores? Bem, valores são padrões de comportamentos e atitudes que pode ser descrita como: todas as formas de atuação do indivíduo bem como um conjunto de principios que ele defende em especial quando frente a frente com desafios. E são nesses momentos de crises que são colocados á prova os valores do indivíduo que é a sua capacidade de lidar com diversos interesses sem se corromper.
Interessante não basta bradar aos quatro ventos que somos honestos e possuimos valores morais e éticos. A simples ostentação não é o suficiente, valores eticos e morais devem fazer parte do nosso dia-a-dia. O entendimento dos valores deve permear a vida do individuo em todas as circustâncias.
Por outro lado os valores podem e devem ser transmitidos - no caso dos pais é imperativo que sejam passados aos filhos. O lider deve passar aos seus lidarados, o professor deve manter uma postura que indica aos seus educandos esses princípios. Seria interessante que os politicos demonstrassem aos seus eleitores que sua conduta é baseada em valores de ética e moral. A concepção de valores não é tarefa fácil e não pode ser delegada, mas, transmitidas por meio do comportamento e de uma postura correta e de coerência.
Os valores têm que fazer parte da vida diária do indivíduo independente das circunstâncias em que se encontre. A verdadeira valorização se dá quando utilizado critérios de justiça.
Portanto, pergunte-se. Como estou conduzindo minha vida? Que princípios passo aos meus filhos, aos meus alunos, aos meus liderados? Como as pessoas me veem? Como me comporto diante as situações que exige serenidade?

Por Eugues Moura

quarta-feira, 24 de junho de 2009

COMO PENSO?

O conhecimento de si mesmo é a lei ou o caminho que se consegue a felicidade e também é através do qual colhe o individuo satisfação. Porém, na lei do sucesso há apenas duas coisas envolvidas - Eu e o que penso e como penso. Sou agora, nem mais nem menos, o que desejo ser, e apenas o que desejo ser. Os pensamentos os sentimentos que se desenvolvem a partir da minha mente, construi a casa que agora vivo. Se a casa é grande ou pequena, se alcancei o sucesso ou fui esmagado pelo fracasso – eu e só eu, sou o responsável.
O conceito de realização, de fartura, de êxito, mantido com firmeza e na mente e reforçado por vigorosos impulsos emocionais dando experiência da abundância. Por outro lado se o medo, as preocupações se afeiçoam e moldam os seus pensamentos, certamente suas experiências serão limitadas, a pobreza mental e emocional será evidente no seu comportamento e atitude.
A mente cria coisas fora de si mesma pela atividade dentro de si mesma. “para trazer-me o que preciso ou o que desejo, a mente age dentro de si mesma sobre si mesma, em quaisquer condições, sejam elas de grande fortuna ou de fracasso, eu e só eu sou responsável por elas”. Através do pensamento e do sentimento ajudamos a criar nosso destino.
Todos nós desejamos ser jovial, vigoroso, ter um bom salário, segurança, saúde exuberante, enfim uma série de coisas que nos assegurem felicidade.
Também é verdade que as decepções fazem parte das variáveis fortunas de todo homem e de toda mulher. Ninguém escapa sempre dos seus perigosos furacões. No entanto, só escapam das frustrações e nadam para a segurança os que aceitam as derrotas temporárias como experiências inevitáveis que somos obrigados a enfrentar no caminho do conhecimento. Experiência da vida nos ensina que quando em apuros, não adianta ficar gemendo e deixando-se espernear. Poderemos vencer qualquer coisa se nos empenharmos na luta com toda nossa força.
Já ouviu falar em Tântalo? É possivel que nunca tenha existido essa pessoa, mas ela surge numa antiga lenda que encerra uma visão interior significativa para todo o mundo. Tendo ofendido os deuses, Tântalo foi convidado a viver com água até o pescoço, mas sem poder bebê-la, ainda que estivesse morrendo de sede.
Da mesma forma muitos vivem miseravelmente, pois nunca tem o suficiente e está sempre tentanto alcançar suas metas sem jamais o conseguir em muitos casos por uma razão simples, a saber, por ter a mente fechada para os novos conhecimentos.
A olhar de outro prisma a pergunta passa ser a seguinte: Que espécie de pessoa você vê quando olha para sí mesmo, quando se auto-analisa?

Próxima postagem - Processos mentais

Por.: Eugues Moura



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terça-feira, 16 de junho de 2009

AUTOCONCEITO

Todos nós somos assim - pensamos positivamos de nós mesmos no que se refere a certos traços que cuidamos ter e negativamente no que diz respeito a outros. É assim que deve ser se formos realistas na avaliação que fazemos de nós mesmos. Nossos problemas aparecem quando nos vemos inteiramente bons ou inteiramente maus ou quando a nossa auto-imagem baixa e interfere seriamente em nossa vida, quando estamos insatisfeitos com nós mesmos em áreas importantes para o nosso bem-estar e nossa felicidade.

A auto-imagem, a auto-avaliação e o auto-ideal possam ser considerados como componentes separados do autoconceito, estão relacionados entre si e são interdependentes. O nível de nossa autoestima sofre a influência da diferença entre “o que sou” (auto-imagem) e “o que gostaria ou deveria ser” (auto-ideal). Quanto maior for a discrepância entre os dois tanto mais baixa será a auto-estmia. Concordo com os psicólogos em que a auto-imagem e o auto-ideal hão de achar-se em estreita concordância mas não devem ser idênticos. Se as pessoas sentirem que são tudo o que poderiam ou deveriam ser, haverá escasso incentivo para lutar pelo auto-aprimoramento ou por consecuções mais elevadas – e isso é existir, não é viver. Entretanto, se julgarem acentuadamente diferente do que gostariam de ser, sofrerão a autorrejeição, que, não raro, se encontra associada à má saúde psicológica e ao desajustamento.


Por.: Eugues Moura


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CONHECER A SI MESMO – 05/05

Autoconceito
O que é autoconceito? O autoconceito é simplesmente a idéia que fazemos de nós mesmos e consiste em: (a) como nos vemos na qualidade de indivíduos (auto-imagem); (b) como nos sentimos a respeito de nós mesmos (auto-avaliação) e; (c) como gostaríamos de ser (auto-ideal).
A auto-imagem é o retrato que temos de nós; a visão que temos de nós nos diferentes papéis que desempenhamos (pai, marido, profissional, etc.), os traços de personalidade que julgamos possuir (sincero, jovial, amistoso, zangado), e nossas atitudes, competências, e coisas assim. Em suma, é tudo o que julgamos ser como indivíduos separados.
Essa percepção de nós mesmos não é necessariamente o que de fato somos. É uma definção ou versão subjetiva que temos de nós mesmos e pode ser apropriado se refletir com alguma exatidão o que somos, e não-apropriada se refletir com alguma exatidão o que somos, e não-apropriada se falhar claramente em aproximar-se do nosso verdadeiro eu.
Ademais, a auto-imagem que temos não coincide habitualmente com a nossa imagem pública, com a maneira com que os outros nos veem, não só porque tentamos amiúde esconder ou disfarçar certos aspectos de nós mesmos, a fim de produzir uma impressão melhor, mas também porque nem sempre aparecemos diante dos outros como julgamos aparecer.
Autoavaliação é o julgamento que fazemos da nossa suficiêcia ou do nosso valor como pessoa. Como é que você se sente em relação a si mesmo? Gosta ou desgosta da pessoa que julga ser? Se você fizer de si mesmo um conceito elevado, diremos que revela uma elevada autoestima. Mas se não gosta de si mesmo, diremos que revela uma baixa autoestima.


Por.: Eugues Moura

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quarta-feira, 10 de junho de 2009

CONHECER A SI MESMO – 04/05

Auto imagem
Uma das grandes descobertas para o desenvolvimento de uma personalidade integral foi a da auto-imagem. Quer saibamos disso, quer não, cada um de nós traz consigo uma imagem mental de si mesmo. Ela pode ser vaga e de contornos mal definidos para o nosso olhar consciente. Na verdade, ela pode nem sequer ser conscientemente perceptível. Ela porém está alí, completa até o ultimo detalhe. Essa auto imagem é a nossa própria concepção da “espécie de pessoa que eu sou”. Ela foi construída de conformidade com as convicções que temos a respeito de nós mesmos.
Mas essas convicções em sua maior parte se formam inconscientemente, de acordo com nossas experiências, êxito e fracassos, nossas humilhações, nossos triunfos, e a maneira como outras pessoas reagiram com relação a nós, mormente na infâcia. De tudo isto, nós mentalmente construímos uma personalidade (ou imagem de uma personalidade). Desde que uma personalidade. Desde que uma idéia ou convicção que temos sobre nós mesmos entra nessa imagem, ela se torna “verdadeira”. Jamais pomos em dúvidas a validez dela, e passamos a agir, com relação a ela, tal como se fosse verdadeira.
Essa auto-imagem se torna uma chave para uma vida melhor, graças a importantes verificações: todas as nossas ações, sentimentos, comportamentos, são sempre coerentes com essa auto imagem.
Em resumo, agiremos como a espécie de pessoa que julgamos ser. E não só isso, como também, literalmente, não pode agir de outra maneira, apesar de todas os esforços conscientes ou de nossa força de vontade. O homem que a si mesmo se julga “do tipo derrotado” sempre achará um jeito de fracassar, apesar de todas as suas boas intenções. O homem que se julga vítima de injustiça, alguém “cujo destino é sofre”, encotrará invaravelmente as circunstâncias que confirmarão suas opiniões.

Próxima postagem “Conhecer a Si Mesmo e a ‘Autoconceito’”.
Por.: Eugues Moura



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domingo, 31 de maio de 2009

CONHECER A SI MESMO – 03/05

A Determinação
A nossa inércia mental, a inclinação para nos esquivarmos aos problemas dificies e preferimos os assuntos simples, adiando os enfadonhos, significa que não desenvolvemos os nossos melhores esforços.
Nenhum exército pode aventurar-se numa batalha, se dispuser de armas inferiores ao do inimigo, em potência e alcance. Aplicando o exemplo, diremos que o mundo está cheio de pessoas que entram na batalha da vida com armas de curto alcance e que, por isso, nunca, como é natural, atingem o alvo. O alcance de nossas aspirações depende positivamente da firme decisão que lhe dermos. Tudo que pretendemos dependerá do grau de força viva, de vontade e de entusiasmo que empregamos em nossos esforços.
Causa lástima ver pessoas que suspiram pelo êxito de uma vida plena, mas não querem satisfazer de antemão o preço do que dizem e por que tanto suspiram. Não atentam na enorme disparidade entre apenas o desejo e a firme determinação de prosperar, de evoluir, nem reconhecem que a diferença entre aguardar circunstâncias propícias, e o de ter uma vontade enérgica que não conhece e nem teme a derrota.
A vontade vigorosa, a decisão firme e a determinação têm muitissimas probabilidades de sair triunfantes de todas as empresas e de destruirem todos os obstáculos que encontramos, contanto que eles sejam insuperáveis às forças humanas. Mas, se a vontade é fraca e a decisão flutuante, como peixe morto sobre às águas, desaparecerá o homem na torrente com a infinidade de farrapos humanos que não tiveram suficiente vigor a vontade para vencê-la.
Por muito que seja o nosso talento, não conseguiremos nada digno de nota, se nos faltar à firme determinação que nunca verga a infeliciade, nem retrocede no caminho do ideal. Nesses tempos de luta, somente vencem o que põem na sua vida, na sua profissão o peso do seu carater e da sua integridade.
A indiferença e a frouxidão tende a produzir resultados frouxos. Um mestre acertadamente disse: “Só me parece forte e resoluto o homem que recusa todo auxilio externo e luta com as suas próprias forças.”
Ninguém pode entrar na vida com o pé direito, se não se julgar capaz de proceder corretamente consigo mesmo. Enquanto não abandonar a ideia de aguardar a ajuda alheia, de uma mão protetora que colabore em seu destino; enquanto não se decidir a ser o construtor da própria vida, não consiguirá dar personalidade ao seu caráter.
Sabe gente, - na vida moderna não há lugares de evidência para quem não tiver nervos, valor e paciência. Ninguém é capaz de cumprir o dever alheio, nem realizar por nós o programa da nossa vida, porque ninguem nasce em condições idênticas às nossas, nem sabe, como nós devemos saber, o que mais nos cumpre fazer.
Talvez pergunte: Como poderei conseguir que as coisas corram bem? - Bem, um homem firmemente resolvido a realizar os seus propósitos não pergunta a ninguém o que há de fazer, mas resolutamente faz. No presente ou no passado os homens que subiram à corrente rumo do seu ideal, não perguntaram a ninguém como deveriam proceder para que tudo lhe corresse bem.
Portanto, no nosso tempo, não há remédio que empurre ou ser empurrado. Quem não se esforçar, agir, atuar, viver intensamente, jamais alcançará espontâneamente o seu verdadeiro ideal. O que nos parece um estorvo, pode converter-se num instrumento de realização dos nossos intentos, para tanto é necessário confiança em nós próprios.
Já se disse que Deus está sempre do lado dos mais fortes, dos mais determinados. Isto, que à primeira vista parece uma irreverência, quando não uma impiedade, é exato sob o ponto de vista moral, isto, é, que Deus ajuda a quem se ajuda, e protege os mais bem preparados, mais vigilantes e mais resolutos.
A porta que temos diante de nós, e da qual nos queixamos de não poder abrir, fomos nós mesmo, por falta de evolução e energia, que a fechamos. Enquanto aguardávamos que alguém nos pusesse na mão a chave, outro se adiantou e a abriu e por si mesmo. Lembre-se: não vence aquele que “pensa” ou “intenta” vencer, e não passa de intentos e tentativas, mas sim aquele que ao pensamento faz seguir imediatamente a ação.
Nunca faltaram desculpas aos de vontade fraca. O seu caminho está sempre semeado de obstáculos “insuperáveis”
O autoconhecimento proporciona a cada um de nós a divina perseverança em desenvolver as melhores qualidades com que se foi dotado, em dignificar a conduta, de sucesso que a vida seja digna de fazer parte do plano universal elaborado pelo Grande Arquiteto do Universo, é a características de todos os seres vindos ao mundo. A DETERMINAÇÃO.

Próxima postagem “Conhecer a Si Mesmo e a ‘Auto imagem’”.

Por.: Eugues Moura

domingo, 24 de maio de 2009

CONHECER A SI MESMO – 02/05

O Dominio de Se Mesmo
Já se dise que dominar a si mesmo é uma das perfeições do homem ideal. Um dois piores resultados do arrebatamento desenfreado é o fato de um único indivíduo, incapaz de se governar, poder arremessar uma familia, uma cidade, e até mesmo uma nação, para a miséria e para a ruina. Todos nós sabemos como custa dominar os sentimentos e controlar as palavras, no momento em que o sangue se abrasa e somos escravos de uma conduta irascível.
Sabe gente, essas atitudes causam um enorme prejuízo a nós mesmos e a nosso espirito, sem falar de que é extremante humilhante termos que reconhecer que somos fracos e não conseguimos dominar a nossa mente.
Quem não consegue dominar-se é como um barco sem bússula à mercê dos ventos e das ondas. As tempestades e as vagas dos mais desvairados pensamentos fazem do homem um joguete, extraviam-no do seu rumo e impedem-no de atingir as suas metas. Tenha a certeza de uma coisa, você só será poderoso quando vencer a sim mesmo, dominar suas paixões e sobre tudo o que está a sua volta.
Mas o que significa dominar a sim mesmo? Dominar a si mesmo é: não tremer diante do perigo, permanecer indiferente à tentações maldosas, não ter receio do fantasma da pobreza, não permitir surpresas das provações e dificuldades que se deparam, nunca deixar que sua serenidade seja abalada por falsos moralistas, tenha constantemente uma ponderação serena de si mesmo. Tenha na alma o reflexo da Potência Divina.
Somos bombardeados diariamente de todos os lados, de todas as formas, por inimigos velados ou não. Somos atacados - grosseira ou sutilmente por pessoas sem escrúpulos.
Talvez pergunte: como alcançar e manter um sereno e inalterável equilibrio? O segredo é o AUTOCONHECIMENTO; o autoconhecimento é a fonte que faz com que cada um de nós tenha retidão de pensamento, retidão de conduta. O autoconhecimento não abastece a mente com o combustível de pensamentos sinistros, mesquinhos, egoistas. Mas sim de serenidade de ânimo, de respeito por si e também ao seu semelhante.
O autoconhecimento nos proporciona a capacidade de dominar não só as emoções, mas também em ser capaz de concentrar todas as energias físicas e mentais, para combater e vencer qualquer prova que venha sobre nós.
Se você não se acovardar e tampouco perder a cabeça; e continuar lutando quando todos os demais desistirem; se extrair do seu âmago um manancial de energia, sem sombra de dúvida, você será – O seu senhor, o imperador de si mesmo, o vencedor.
Lembre-se ninguém necessita ser escravo das emoções desenfreadas.
Você não necessita que alguém determine o seu dia. Se o seu dia há de ser bom ou ruim, você quem tem que decidir.
Portanto, somente o autoconhecimento pode proporcionar a capacidade de discernir que rumo tomar.

Próxima postagem “Conhecer a Si Mesmo e a 'Determinação'”.
Por.: Eugues Moura