Carl Jung diz que o homem sente, sobretudo na maturidade, uma ânsia inconsciente de atingir um objetivo, um ideal que não conhece conscientemente, mais eu de forma continua preme seu subconsciente. Essa ansiedade é a busca da plenitude do ser, ou seja, a misteriosa entidade do homem em sua totalidade e encontrar o eu interno.
No entanto o homem ignora suas mais elevadas possibilidades, pois tais coisas são para ele, inconscientes.
É necessário um estimulo externo, para que se cria uma ponte de ligação entre o eu consciente e o inconsciente, em certo sentido o reflexo do eu interior.
O autoconhecimento não é limitado a mente subjetiva. Mas para se descobrir é importante que se crie de maneira gradual, o hábito de analisar, levando em consideração, não somente elementos da consciência como também a existência de níveis inconscientes.
O olhar criterioso para nós mesmo, é uma importante maneira de descobrir os nossos próprios aspectos. Analisar-nos objetivamente, com todas as qualidades e defeitos fazer vir à luz as energias ocultas. E só então poderemos, de maneira profícua, inteligente e séria, realizar o verdadeiro trabalho de autoformação e reestruturação de nossa personalidade.
Próximo postagem: Hábitos mentais, Afeto e pensamento.
Por Eugues Moura
Nenhum comentário:
Postar um comentário