sexta-feira, 1 de maio de 2009

A MENTE SADIA – Parte 1


1. – Veremos que a pessoa mentalmente sadia é capaz de lidar com as exigências da vida á maneira que estas se apresentam. Ataca os problemas do dia à medida que vão surgindo. Sabe que não poderemos resolver hoje o problema de amanhã, o que e muito diferente de planejar novas técnicas ou tentar evitar problemas antes que surjam. Há uma imensa diferença entre planejar e preocupar-se. O devaneio utópico não resolve problemas. A pessoa que tem boa saúde mental enfrenta a realidade. Não se resolvem problemas fugindo. Aceitemos o desafio de cada novo obstáculo que se nos depara em lugar de curvar-nos diante dele. Demos em cada situação tudo o que temos que demos-nos satisfeitos quando atingimos o nosso limite.
2. – As pessoas mentalmente sadias têm pelo menos uma coisa em comum, gostam de si mesmas. Não poderemos ser felilzes a realizar um bom trabalho se não tivermos boa opinião de nós mesmos. Saúde mental e felicidade são os dois lados da mesma moeda. Isso não quer dizer que devemos fazer um conceito exagerado de nós mesmos. Nem que devemos santir-nos plenamente satisfeitos conosco. Significa apenas que nos vemos, bem no fundo de nós mesmos, com sadia aprovação. Não podemos menosprezar-nos e realizar um trabalho criativo satisfatório. Se nos odiarmos (ou odiarmos alguém) restringiremos nossa capacidade e destruiremos nossa saúde, física e moral. O amor, a fratenidade, o atruismo são, de per si terapêuticos.
O homem que goza de boa saúde mental tem emoções como todo mundo, mas estas não explodem por um dá cá aquela palha. Ele não perde as estribeiras a tôa. Sente medo, amor, ódio, ciume, tem sentimento de culpa e preocupações – mas não se deixa abater por eles. (continua)


Por Eugues Moura
Colaborador.: Gamaliel D'Israel

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