terça-feira, 16 de junho de 2009

AUTOCONCEITO

Todos nós somos assim - pensamos positivamos de nós mesmos no que se refere a certos traços que cuidamos ter e negativamente no que diz respeito a outros. É assim que deve ser se formos realistas na avaliação que fazemos de nós mesmos. Nossos problemas aparecem quando nos vemos inteiramente bons ou inteiramente maus ou quando a nossa auto-imagem baixa e interfere seriamente em nossa vida, quando estamos insatisfeitos com nós mesmos em áreas importantes para o nosso bem-estar e nossa felicidade.

A auto-imagem, a auto-avaliação e o auto-ideal possam ser considerados como componentes separados do autoconceito, estão relacionados entre si e são interdependentes. O nível de nossa autoestima sofre a influência da diferença entre “o que sou” (auto-imagem) e “o que gostaria ou deveria ser” (auto-ideal). Quanto maior for a discrepância entre os dois tanto mais baixa será a auto-estmia. Concordo com os psicólogos em que a auto-imagem e o auto-ideal hão de achar-se em estreita concordância mas não devem ser idênticos. Se as pessoas sentirem que são tudo o que poderiam ou deveriam ser, haverá escasso incentivo para lutar pelo auto-aprimoramento ou por consecuções mais elevadas – e isso é existir, não é viver. Entretanto, se julgarem acentuadamente diferente do que gostariam de ser, sofrerão a autorrejeição, que, não raro, se encontra associada à má saúde psicológica e ao desajustamento.


Por.: Eugues Moura


http://eugues-moura.blogspot.com/


Nenhum comentário: