Ninguém jamais os compreenderá o tempo todo e tampouco poderemos fazer isso, em relação aos outros. Vivemos anos ao lado de nossa esposa e ela fará coisas que não compreendemos, os filhos serão enigmas desnorteantes durante toda a vida deles, políticos dirão e farão coisas em que jamais poderemos acreditar e pessoas continuarão a ser desapontadas e a desapontar até que nasçam dentes em galinhas. Se esperarmos que as pessoas compreendam tudo que dizermos ou fizermos, iremos nos sentir não só decepcionados a maior parte de tempo, mas também nos sentir no papel de vítima. Vejamos alguns conceitos nos quais poderemos pensar enquanto nos esforçamos para adotar um postura silenciosamente eficiente:
Encolher os ombros é uma virtude. Aprenda a ignorar coisas. Não pense eu tem que protestar em voz alta atitudes e comportamentos de pessoas, que pode achar irritantes mas que não o estão prejudicando. Simplesmente, encolha os ombros e esqueça isso. Se está numa festa que não aprecia, pode dizer a si mesmo: “Todo mundo aqui pode sentir-ser obrigado a conversar bobagem, mas não eu, e fico satisfeito com isso”.Você pode ir embora ou ficar e divertir-se sendo mudamente eficiente. Mas não tem que dar grande importância ao comportamento dessas pessoas, ficar barulhento, ofensivo, e acabar “machucando-se” e “machucando” também os demais. Um encolher de ombros e um “E daí?” para você mesmo e terá tirado de letra a situação. Esta é a marca da não-vítima, não da pessoa falsa, apenas uma pessoa que não tem necessidade de informar todo mundo e dar explicações o tempo todo.
Encolher os ombros é uma virtude. Aprenda a ignorar coisas. Não pense eu tem que protestar em voz alta atitudes e comportamentos de pessoas, que pode achar irritantes mas que não o estão prejudicando. Simplesmente, encolha os ombros e esqueça isso. Se está numa festa que não aprecia, pode dizer a si mesmo: “Todo mundo aqui pode sentir-ser obrigado a conversar bobagem, mas não eu, e fico satisfeito com isso”.Você pode ir embora ou ficar e divertir-se sendo mudamente eficiente. Mas não tem que dar grande importância ao comportamento dessas pessoas, ficar barulhento, ofensivo, e acabar “machucando-se” e “machucando” também os demais. Um encolher de ombros e um “E daí?” para você mesmo e terá tirado de letra a situação. Esta é a marca da não-vítima, não da pessoa falsa, apenas uma pessoa que não tem necessidade de informar todo mundo e dar explicações o tempo todo.
* Continua: Ofender-se e uma opção vitimadora.
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