A família é a unidade social na qual assume importância o fato de ter que provar nosso valor. Muitas delas operam sob a suposição de que seus membros têm o direito de saber de tudo a respeito dos negócios recíprocos e que a privacidade constitui não só um tabu, mas um desafio direto à própria existência da família. Seus membros vivem repetidamente pedindo uns aos outros que se expliquem, que dêem respostas a perguntas de parentes dominadores, etc. Por outro lado famílias tendem a também a “marcar presença” em ocasiões cerimoniais, tais como: casamentos, enterros, formaturas e comemorações de aniversários e, se não estiverem presentes, nossa preferência pessoal no assunto não é considerada como desculpa. Membros da família tendem a questionar nossa maneira de vestir e, de modo geral, nossa aparência. E são sem igual para fiscalizar qualquer comportamento que eles ou a “sociedade” considerem como “anormal”, por mais inocente que seja.
É intrigante o números de pessoa ques, às vésperas do divórcio, dizem coisas como: “Sim, vou recuperar logo minha liberdade”. Por que tantas pessoas consideram o divórcio como conseguir a liberdade, mesmo que possam dizer essas coisas em tom de brincadeira? Será o casamento considerado o oposto da liberdade, que é a escravidão?Em muito, muitíssimos casos, é – e com boas razões. No casamento, ou na família, numerosas pessoas não se sentem livres, principalmente porque vivem na expectativa constante de ter que provar seu valor ou porque temem não serem compreendidas o tempo todo. Removam-se esses dois aspectos e a maioria dos casamentos que terminaria em divórcio poderia ser rejuvenescida.
É intrigante o números de pessoa ques, às vésperas do divórcio, dizem coisas como: “Sim, vou recuperar logo minha liberdade”. Por que tantas pessoas consideram o divórcio como conseguir a liberdade, mesmo que possam dizer essas coisas em tom de brincadeira? Será o casamento considerado o oposto da liberdade, que é a escravidão?Em muito, muitíssimos casos, é – e com boas razões. No casamento, ou na família, numerosas pessoas não se sentem livres, principalmente porque vivem na expectativa constante de ter que provar seu valor ou porque temem não serem compreendidas o tempo todo. Removam-se esses dois aspectos e a maioria dos casamentos que terminaria em divórcio poderia ser rejuvenescida.
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