Você sabe o que realmente quer?
Recentemente em uma palestra foi colocada essa pergunta. Na ocasião todos os presentes deram suas opiniões e pareceres. E durante dias me pus a pensar na pergunta e nos comentários e, assim decidi iniciar uma pesquisa sobre o assunto, realmente é um tema abrangente, intenso e muito interessante, que merece uma dedicação exclusiva.
Ao conhecer-se realmente, o homem conhece tudo aquilo que precisa. Descobrimos por que estamos insatisfeitos e como mudar as coisas. Compreendemos por que surgem os conflitos e qual o único caminho para a paz interior. Os segredos do comportamento humano em todas as situações se desvendam para nós.
O estudo de si mesmo e o autoconhecimento constituem as grandes chaves para a felicidade. E também um grande desafio. O homem deixa de evoluir porque procura soluções inexistentes.
O caminho para o progresso pessoal é: decida o que deseja pessoalmente. Na vida não só se deve saber o que se quer, mas também por que se quer. E para tanto é necessario conhecer a si mesmo.
Talvez o leitor pergunte: conhecer a si mesmo é possivel?
Bem, a percepção inicial do nível persona inicia-se no momento em que ficamos conscientemente insatisfeitos com a vida. Diferente do que pensa a maioria das pessoas, essa corrosiva insatisfação não é um sinal de “doença mental”, nem uma indicação de desajuste social, nem uma confusão de caráter.
Uma pessoa que está começando a perceber o sofrimento da vida está, ao mesmo tempo, começando a despertar para realidades mais profundas, realidades mais verdadeiras. Quando um indivíduo previnido sente alguma espécie de pressão do chefe, da esposa, dos amigos, dos sócios ou dos filhos, aprende a utiizar esses sentimentos de pressão como um sinal de que tem energia e impulso dos quais não está consciente. Ele aprende a traduzir o significado do “sinto-me pressionado” por “tenho mais impulso do que imagino”. Quando se dá conta de que todos os sentimentos de pressão são seus próprios impulsos ignorados, é capaz de decidir se vai atuar sobre seu impulso ou se vai adiar essa atuação. De quaquer modo, ele sabe que se trata do seu impulso.
Por.: Eugues Moura
Recentemente em uma palestra foi colocada essa pergunta. Na ocasião todos os presentes deram suas opiniões e pareceres. E durante dias me pus a pensar na pergunta e nos comentários e, assim decidi iniciar uma pesquisa sobre o assunto, realmente é um tema abrangente, intenso e muito interessante, que merece uma dedicação exclusiva.
Ao conhecer-se realmente, o homem conhece tudo aquilo que precisa. Descobrimos por que estamos insatisfeitos e como mudar as coisas. Compreendemos por que surgem os conflitos e qual o único caminho para a paz interior. Os segredos do comportamento humano em todas as situações se desvendam para nós.
O estudo de si mesmo e o autoconhecimento constituem as grandes chaves para a felicidade. E também um grande desafio. O homem deixa de evoluir porque procura soluções inexistentes.
O caminho para o progresso pessoal é: decida o que deseja pessoalmente. Na vida não só se deve saber o que se quer, mas também por que se quer. E para tanto é necessario conhecer a si mesmo.
Talvez o leitor pergunte: conhecer a si mesmo é possivel?
Bem, a percepção inicial do nível persona inicia-se no momento em que ficamos conscientemente insatisfeitos com a vida. Diferente do que pensa a maioria das pessoas, essa corrosiva insatisfação não é um sinal de “doença mental”, nem uma indicação de desajuste social, nem uma confusão de caráter.
Uma pessoa que está começando a perceber o sofrimento da vida está, ao mesmo tempo, começando a despertar para realidades mais profundas, realidades mais verdadeiras. Quando um indivíduo previnido sente alguma espécie de pressão do chefe, da esposa, dos amigos, dos sócios ou dos filhos, aprende a utiizar esses sentimentos de pressão como um sinal de que tem energia e impulso dos quais não está consciente. Ele aprende a traduzir o significado do “sinto-me pressionado” por “tenho mais impulso do que imagino”. Quando se dá conta de que todos os sentimentos de pressão são seus próprios impulsos ignorados, é capaz de decidir se vai atuar sobre seu impulso ou se vai adiar essa atuação. De quaquer modo, ele sabe que se trata do seu impulso.
Por.: Eugues Moura
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